Depois a vida andou
O sol brilhou,
A areia do mar
O mar molhou,
E quanto a nós?
De nós nada restou.
Os outros viveram
Alguns por mero acaso morreram,
Mas o motivo
Não fui eu
Muito menos tu,
Aconteceu...
Como acontece tanta coisa
Assim do nada,
Uns abrem
Os outros encerram
Cada jornada.
Depois de nós vêm
Outros e outras
E mais uns tantos
Que eu nem sei,
Que vivam
Sejam felizes
Amem muito
E sofram pouco,
E que no passo
De cada erro
Se faça ouvir
Este poeta rouco.
Depois de nós?
Qual nós?
Obrigada pelas palavras deixadas no meu "Ortografia". Passarei aqui outras vezes.
ResponderEliminarBeijo.
Uma palavra vai catalogar este poema: "" BRILHANTE ""
ResponderEliminar.
* Água que purifica teu corpo ... em efemérides de sentido *
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Deixo abraço de amizade