Amanhã serei o vazio,
Hoje durmo um sono profundo
Pressinto a morte sobre um fio.
Por vezes sou quem
Te nasce na alma e escorre
Até ao coração,
Das outras vezes
Sou uma folha morta
Caída no chão.
Há dias que sou luz
E luar de Primavera,
Há dias que já não me continuas
A amar,
E já não te encontras
À minha espera.
Ás vezes sou cortante,
Outras vezes diamante,
E ainda outros...
Não sou ninguém!
Mas ás vezes sou...
Sem comentários:
Enviar um comentário